O Pulgão Lanígero vive sobretudo em Macieiras, colonizando raízes, troncos, ramos e rebentos.
A sua presença no pomar atrasa o desenvolvimento de árvores jovens, com os ramos atacados a desenvolverem cancros e impedirem o desenvolvimento de gomos florais.
A melada produzida pelas colónias pode dar origem a gretas abertas na planta – que a tornam mais vulnerável a certas doenças - e ao desenvolvimento de fumagina, que pode criar problemas no crescimento dos frutos, depreciando-os a nível comercial.
O maior problema com a presença do Erisoma lanigerum no pomar está relacionado com o seu poder de multiplicação que apresenta até cerca de 20 gerações anuais. As colónias são abundantes e cobertas com um revestimento ceroso branco com aspeto felpudo tipo algodão.
Para prevenção do seu aparecimento recomenda-se a adoção de boas práticas culturais, entre as quais se mencionam:
No período ativo da cultura, em situações mais sonantes, recomenda-se a aplicação de inseticidas como, por exemplo, Pirimor G (Adama) e a aplicação de um adjuvante como Nutri Clean (Nutrispecial), uma vez que potencia a eficiência dos tratamentos dirigidos a esta praga.
É recomendável - sobretudo em Modo de Produção biológico - dar particular atenção à presença parasitóide Aphelinus mali que pode ser determinante para controlar a praga.
Para a seleção das doses, períodos de aplicação mais apropriados e/ou outras metodologias de controlo recomenda-se a consulta de um técnico da Casa Queridos.



































































































































