A quebra de dormência em fruteiras consiste no processo no qual a planta interrompe o seu estágio de inatividade metabólica durante o Inverno.
Este processo permite que as plantas retomem o seu desenvolvimento normal e é influenciado por fatores como a temperatura e luminosidade. A regularidade e a intensidade das baixas temperaturas são fundamentais para uma rebentação e floração uniforme.
A partir do momento que a planta entra em repouso é necessário um sinal para que esta acorde e se prepare para o início de um novo ciclo. Este sinal depende de vários fatores, sendo o número de horas de frio considerado o mais importante.
Nos climas onde se verifica alternância entre as estações fria e quente as plantas desenvolvem mecanismos de defesa reduzindo a área exposta ao frio e o seu metabolismo durante o período de Inverno. Este é o caso das pomóideas (macieira, pereira e marmeleiro) e das prunóideas (pessegueiro, ameixeira, damasqueiro e cerejeira) que, antes da queda das folhas, retiram daí os nutrientes acumulados e armazenam-nos nos troncos e ramos que persistem para o ano seguinte.
Nesta altura do ano é importante saber se foram ou não satisfeitas as necessidades em frio nas culturas.
No caso específico da cultivar rocha – o ex-libris da região do Oeste - para que a floração e maturação decorram com normalidade é necessário que entre 1 de outubro e 15 de fevereiro ocorram cerca de 550 horas de frio.
Quando o valor total de horas de frio não atinge o valor desejável este poderá ser compensado com a aplicação de técnicas e operações culturais que ajudam a provocar a Quebra da Dormência.
Para garantir as melhores práticas de quebra de dormência adequadas às suas árvores fruteiras e os produtos mais adequados com base nas necessidades de produção, a equipa técnica e comercial da Casa Queridos encontra-se ao seu dispor. Não hesite em contactar-nos.






















