A Psila da pereira (Cacopsylla pyri) é um inseto que hiberna no estado adulto e, no final do Inverno, faz posturas na madeira das árvores.
Apresenta cerca de 4 a 6 gerações anuais.
Após a eclosão dos ovos - cuja duração se comprende entre 7 a 14 dias - surgem as ninfas (estado larvar) que se alimentam através de picadas sugadoras nos jovens rebentos do hospedeiro e produzem gotas de melada que se observam em frutos, folhas e rebentos.
O estrago mais representativo tem origem na melada onde se desenvolve a fumagina.

Os ataques da psila podem reduzir a capacidade fotossintética da pereira, provocar a queda das folhas e prejudicar a indução floral.
A sujidade dos frutos provoca a sua desvalorização comercial.
A oportunidade dos tratamentos é determinante para o sucesso do controlo da Psila, no entanto as medidas profiláticas são muito importantes para evitar a proliferação da praga.
Para tal é fundamental:
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