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2024-02-21
ANTRACNOSE EM ANONA

A anona, o fruto da anoneira (Annona cherimola), é uma espécie originária da América do Sul, nativa dos vales das terras altas da Cordilheira dos Andes, a altitudes entre os 1.300 e os 2.600 metros, abrangendo territórios do Chile à Colômbia, passando pelas zonas andinas do Equador, Bolívia e Peru. Os Incas consideravam-na uma verdadeira jóia, chamando-a "cherimoya", palavra que significava "peito frio", dado que o fruto seria considerado muito eficaz para tranquilizar e saciar as crianças de mais tenra idade.

A anona tem sido cada vez mais cultivada e apreciada em todo o mundo. A sua cultura remonta a 2.500 a.C., tempo em que já seria praticada pelos povos pré-incas. Porém, esta só chegou ao continente europeu muitos séculos mais tarde, através dos exploradores ligados à epopeia marítima dos Descobrimentos, encontrando-se cultivada na Ilha da Madeira.

Nesta ilha, a época de produção da cultura, dadas as condições climáticas típicas da região, ocorre entre setembro e maio.

 

Pragas e doenças

A anoneira é uma cultura rústica. No entanto, como principais pragas, temos a mosca da fruta (Ceratitis capitata) e a cochonilha algodão (Planococcus citri e Pseudococcus longipinus). A nível de doenças, são predominantes a antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) - em foco neste artigo - e a podridão radicular (Armillaria mellea).

 

Antracnose - Condições de desenvolvimento, caracterização e sintomas observáveis

Antracnose em Anona - Sintomas

As condições mais favoráveis para o aparecimento desta doença surgem com tempo chuvoso, a partir das primeiras chuvas dos meses de setembro e outubro, com valores de humidade relativa elevados e temperaturas baixas a moderadas. O fungo desenvolve-se assim desde o início da rebentação, atingindo folhas, flores e frutos a partir do tamanho de uma noz.

A doença caracteriza-se pelo aparecimento de pequenas manchas escuras, que vão aumentando com a evolução da mesma, podendo provocar fendilhamentos nos frutos e perda de produção. O controlo desta doença faz-se recorrendo à aplicação de fungicidas homologados e medidas de combate cultural.

 

Medidas de luta e controlo da doença

1. Métodos culturais de combate

Podar as árvores.

A prática da poda diminui a incidência desta doença, promovendo a eliminação nas árvores das "múmias" do ano anterior que ficaram petrificadas e penduradas nos ramos. Estes detritos vegetais provenientes da poda devem serem queimados, pois são foco de contaminação e proliferação dos esporos do fungo no pomar.

2. Métodos de controlo químico

Aplicar de Calda Bordalesa.

O controlo desta doença faz-se recorrendo à aplicação de Calda Bordalesa, um fungicida homologado para o efeito, a  aplicar a partir do vingamento dos frutos. O único inconveniente é que o fruto irá apresentar sinais da sua aplicação.

As doses a aplicar deste fungicida variam conforme as necessidades de cada cultura pelo que deverá pedir aconselhamento junto de um técnico especialista antes de aplicar estes produtos.

Caso necessite de ajuda especializada no terreno não hesite em contactar a nossa equipa de especialistas.

 

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2024-02-02
PODRIDÃO CINZENTA NO MORANGUEIRO

O aumento da humidade relativa e a presença de água livre nos últimos dias favorecem o aparecimento de doenças foliares nas culturas.

Botrytis cinerea é um fungo muito polífago que se situa na fronteira entre o saprofitismo e o parasitismo. Hiberna sob a forma de esclerotos que germinam na primavera, quando as condições são propícias, originando frutificações cinzentas, os conidióforos. Estas estruturas, por sua vez, produzem os conídeos que são libertados pela ação do choque das gotas de água e dispersos pela chuva e pelo vento.

 

Caracterização

A podridão cinzenta, causada por Botrytis cinerea, é uma das doenças mais comuns e amplamente distribuídas pelo mundo, ocorrendo em produtos hortícolas, árvores de fruto, plantas ornamentais e campos de cultivo em todo o mundo. Nas estufas é uma das doenças mais frequentes, devido às condições de humidade elevada que favorecem o desenvolvimento do agente patogénico.

 

Principais Sintomas

Esta doença implica perdas económicas significativas, que ocorrem tanto durante o ciclo da cultura como posteriormente, durante a colheita, o armazenamento e o transporte da mesma. Os danos mais graves que provoca são, entre outros:

  • Morte de plântulas;
  • Lesões castanhas e disseminadas na folha;
  • Necrose do caule e dos pecíolos;
  • Aborto de flores;
  • Podridão dos frutos (verdes e maduros) pré-colheira e pós-colheita;

Podridão Cinzenta Morangueiro

 

Condições ideais para o desenvolvimento do fungo:

Temperatura do ar entre: 15-20 ºC
Humidade relativa: superior a 80%

 

Meios de Luta

1. Cultural

Ao aparecimento dos primeiros focos de infecção:

  • Eliminar as folhas e os frutos atingidos.
  • Garantir boas condições de arejamento e secagem rápida das plantas e dos frutos.
  • Nas estufas, a humidade deve ser reduzida através de ventilação.
  • Proceder a uma gestão equilibrada da nutrição, principalmente do azoto (N).

2. Química:

Existem vários produtos autorizados para esta doença, pelo que deverá escolher o que melhor se adapta à sua cultura. Entre as soluções autrizadas para o combate à doença recomenda-se a aplicação de Erune© 40SC (Ascenza), Switch© 62.5WG (Syngenta), Prolectus© (Nufarm) ou Luna© Sensation (Bayer).

As doses a aplicar variam conforme as necessidades de cada cultura pelo que deverá pedir aconselhamento junto de um técnico especialista antes de aplicar estes produtos.

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